Faturamento das franquias sobe 7,6% no 1º trimestre

O faturamento do setor de franquias teve crescimento nominal de 7,6% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Nos primeiros três meses de 2016, as receitas alcançaram R$ 33,709 bilhões, contra R$ 31,331 bilhões de 2015.  Esse é o resultado da Pesquisa de Desempenho, divulgada ontem (31/05), pela Associação Brasileira de Franchising (ABF). No acumulado de 12 meses, a receita do setor variou positivamente 7,9%, chegando a R$ 141,97 bilhões.Balanço

A pesquisa da ABF revelou ainda expansão de 2,9% no número de unidades franqueadas em relação ao primeiro trimestre de 2015. No período, foram abertas 2.911 novas operações de franchising no Brasil, totalizando 141.254 unidades.

Ainda de acordo com o levantamento, 108 novas marcas ingressaram no franchising brasileiro neste primeiro trimestre. Com isso, o mercado de franquias contemplava 3.181 redes em março deste ano, conta 3.073 em igual mês do ano passado.

Entre os segmentos que apresentaram maior crescimento no primeiro trimestre, destacam-se: Acessórios Pessoais e Calçados (15%), Lavanderia, Limpeza e Conservação (15%), Serviços Automotivos (13%), Negócios, Serviços e Outros Varejos (12%) e Esporte, Saúde Beleza e Lazer (12%).Onde estao franquias

“Frente a um cenário dos mais desafiadores, as redes buscaram alternativas, das quais destacamos promoções, campanhas de incentivo, revisão de mix de produtos, renegociação com fornecedores, identificação de novos mercados e até o desenvolvimento de novos modelos de negócios”, afirma a presidente da ABF, Cristina Franco. Segundo ela, o ticket médio do franchising se adequa melhor ao bolso do brasileiro, especialmente em um período de restrição orçamentária.

Quadro formato

O diretor de inteligência de mercado da ABF, Claudio Tieghi, observa que mesmo de forma mais conservadora, as redes mantêm seus planos de expansão, buscando mercados menos explorados e pontos comerciais em melhores condições. “Também notamos um crescente interesse por modelos mais compactos ou que demandam menor investimento inicial”, afirma

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